O Mito da Caverna

   

      Platão ao contar o mito da caverna nos convida a repensar a mente do ser humano, padrões, costumes e comportamentos aprendidos, transmitidos de geração a geração. As correntes simbolizam aquilo que pode nos prender ao conhecido, à situações costumeiras: crenças, medos e preconceitos que, se não questionados, se tornarão sombras, alimentando fantasias.
      O homem que sai da caverna, sai daquilo que é habitual, de sua zona de conforto indo além do que vê na caverna, daquele universo restritivo, tendo assim coragem para buscar o novo, para enfrentar o desconhecido, possibilitando novas percepções, facilitando outras perspectivas e ideias. O mundo que o homem encontra fora da caverna é totalmente diferente daquele que acompanhava quando estava dentro da caverna, isso exemplifica as mudanças que acontecem ao longo da vida, questionamentos de paradigmas necessários para aderir novas percepções.

    Então o homem que viveu além da caverna se, por acaso, revisitá-la, a partir do que experimentou, a perceberá de outro modo e também perceberá que se transformou, perceberá aquelas sombras de outra maneira.

     Muitas vezes passamos por situações na vida em que parece que não há tanta perspectiva, como no caso de estar dentro da caverna e há outras situações em que percebemos que estamos fora dela, mas podemos perceber pessoas que estão lá. Depende muito do momento da vida. E você, como se percebe neste momento? Dentro, fora ou próximo da caverna?

      

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